PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM PARA CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: EVIDÊNCIAS DE UMA REVISÃO SISTEMÁTICA

Code: 260622131
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Título

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM PARA CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: EVIDÊNCIAS DE UMA REVISÃO SISTEMÁTICA

Autores:
  • Katieli Santos Cardoso

  • Lais de Lima Silva

  • Alba Regina Azevedo Arana

  • Janiele De Souza Santos Uchelli

DOI
  • DOI
  • 10.37885/260622131
    Publicado em

    23/06/2026

    Páginas

    143-161

    Capítulo

    8

    Resumo

    Objetivo: Analisar como a literatura científica tem abordado os métodos e práticas no processo de aprendizagem de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), com foco nas estratégias pedagógicas inclusivas e seus impactos no desenvolvimento cognitivo, social e comunicativo. Metodologia: Trata-se de uma Revisão Sistemática da Literatura (RSL), de abordagem qualitativa, conduzida conforme as diretrizes do protocolo PRISMA. A busca foi realizada nas bases Google Acadêmico, SciELO, ERIC, Redalyc e Portal de Periódicos CAPES, utilizando descritores relacionados ao autismo, inclusão e práticas pedagógicas. Foram considerados estudos publicados nos últimos 10 anos, em português, inglês e espanhol. Após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão e processo de triagem, os estudos foram organizados e analisados em um quadro síntese contendo objetivos, métodos e principais resultados. Resultados: Os estudos evidenciam a predominância de práticas pedagógicas adaptadas e individualizadas, com destaque para metodologias como a Análise do Comportamento Aplicada (ABA), o uso de sistemas de comunicação alternativa (PECS), estratégias multissensoriais e tecnologias educacionais. Observa-se consenso quanto à importância da formação docente contínua, do apoio institucional e do trabalho colaborativo entre escola, família e equipe multidisciplinar. Por outro lado, persistem desafios relacionados à insuficiente preparação dos professores, à limitação de recursos pedagógicos e à fragilidade na implementação de políticas inclusivas. Conclusão: Conclui-se que os métodos e práticas voltados à aprendizagem de crianças com TEA têm avançado significativamente, porém sua efetividade depende da articulação entre formação docente, suporte institucional e políticas públicas. Destaca-se a necessidade de ampliar estudos empíricos e comparativos, bem como de fortalecer práticas pedagógicas inclusivas que considerem a singularidade dos estudantes e promovam seu desenvolvimento integral.

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    Palavras-chave

    autismo; Educação Inclusiva; práticas pedagógicas; aprendizagem; TEA

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