O IMPACTO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS TRADICIONAIS NA AUTONOMIA DE CRIANÇAS NA PRÉ-ESCOLA: EVIDÊNCIAS DE UMA REVISÃO SISTEMÁTICA

Code: 260622130
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Título

O IMPACTO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS TRADICIONAIS NA AUTONOMIA DE CRIANÇAS NA PRÉ-ESCOLA: EVIDÊNCIAS DE UMA REVISÃO SISTEMÁTICA

Autores:
  • Kelly Sayuri Makimoto

  • Alba Regina Azevedo Arana

  • Denise Alessi Delfim De Carvalho

DOI
  • DOI
  • 10.37885/260622130
    Publicado em

    23/06/2026

    Páginas

    123-142

    Capítulo

    7

    Resumo

    Objetivo: Analisar os impactos das práticas pedagógicas tradicionais no desenvolvimento da autonomia de crianças na pré-escola, considerando o papel do professor, das interações pedagógicas e das condições institucionais no processo educativo. Métodos: Trata-se de uma Revisão Sistemática da Literatura (RSL), conduzida conforme as diretrizes do protocolo PRISMA, com recorte temporal entre 2015 e 2025. A busca foi realizada nas bases SciELO, Portal de Periódicos CAPES e Google Acadêmico, a partir de descritores relacionados às práticas pedagógicas tradicionais, autonomia infantil e Educação Infantil. Após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, foram selecionados 23 estudos, analisados por meio de abordagem qualitativa, descritiva e interpretativa. Resultados: Os achados evidenciam que práticas pedagógicas tradicionais, caracterizadas pela centralização do ensino no professor, pela transmissão de conteúdos e pela rigidez das rotinas, tendem a limitar a participação ativa das crianças, comprometendo o desenvolvimento da autonomia. Em contrapartida, práticas pedagógicas mediadas, lúdicas, participativas e fundamentadas na interação favorecem o protagonismo infantil, a construção de sentidos e o desenvolvimento cognitivo, social e emocional. Destacam-se ainda fatores condicionantes, como a formação docente, a organização curricular e as condições institucionais, que influenciam diretamente a efetividade dessas práticas. Conclusão: Conclui-se que a promoção da autonomia infantil exige a superação de modelos pedagógicos tradicionais e a adoção de práticas educativas contextualizadas, intencionais e centradas na criança. Ressalta-se a importância da formação docente crítica e continuada, bem como da reorganização das práticas escolares e das políticas educacionais, visando à construção de um ambiente educativo que favoreça a participação, a autonomia e o desenvolvimento integral da criança.

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    Palavras-chave

    Educação Infantil; práticas pedagógicas; autonomia infantil; mediação docente; desenvolvimento infantil

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