HANSENÍASE COMO DOENÇA NEGLIGENCIADA: ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS, DESAFIOS TERAPÊUTICOS E PERSPECTIVAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS NANOESTRUTURAIS

Code: 1161-1755
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Título

HANSENÍASE COMO DOENÇA NEGLIGENCIADA: ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS, DESAFIOS TERAPÊUTICOS E PERSPECTIVAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS NANOESTRUTURAIS

ISBN

978-65-6155-181-6

DOI
  • DOI
  • 10.37885/978-65-6155-181-6
    Ano Publicação

    2026

    PáginasEdição

    48

    0

    1

    1

    Autores(as):
    • Dariani Buzo Nobre

      Nobre, Dariani Buzo

    • Bárbara Marmor Bachinski

      Bachinski, Bárbara Marmor

    • Letícia Marques Colomé

      Colomé, Letícia Marques

    • Elen Caroline de Matos Amador

      Amador, Elen Caroline de Matos

    • Eliane Espindola Jaques

      Jaques, Eliane Espindola

    • Gabriely Antonella Rodrigues Carrazzoni

      Carrazzoni, Gabriely Antonella Rodrigues

    • Giovanna Oliveira da Silva

      Silva, Giovanna Oliveira da

    • Karoline Brizola de Souza

      Souza, Karoline Brizola de

    • Luciana de Medeiros Alves

      Alves, Luciana de Medeiros

    • Thaís da Silva Amaral

      Amaral, Thaís da Silva

    Sinopse

    Resumo A hanseníase é uma doença infecciosa crônica causada pelo Mycobacterium leprae, que afeta principalmente a pele e os nervos periféricos, podendo ocasionar incapacidades físicas permanentes quando não diagnosticada e tratada precocemente. Apesar da disponibilidade de tratamento eficaz e gratuito, a hanseníase permanece como um importante problema de saúde pública em diversos países, sendo classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma doença tropical negligenciada. Essa condição está intimamente relacionada a fatores socioeconômicos, como pobreza, desigualdade social, acesso limitado aos serviços de saúde e deficiência nas ações de vigilância epidemiológica. A negligência histórica em relação à doença contribui para a manutenção da transmissão, para o diagnóstico tardio e para a persistência do estigma social associado aos indivíduos acometidos. Além dos impactos físicos, a hanseníase provoca consequências psicológicas, econômicas e sociais significativas, comprometendo a qualidade de vida dos pacientes. Nesse contexto, torna-se fundamental fortalecer as estratégias de educação em saúde, ampliar o acesso ao diagnóstico precoce e incentivar o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas que possam melhorar a adesão ao tratamento e reduzir os efeitos adversos dos medicamentos atualmente utilizados. Dessa forma, compreender a hanseníase como uma doença negligenciada é essencial para a formulação de políticas públicas mais eficazes e para o incentivo à pesquisa científica, contribuindo para o controle da doença e para a redução de seus impactos na população.

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