REABILITAÇÃO MOTORA NA PESSOA IDOSA APÓS QUEDA A ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO: RELATO DE CASO

Code: 260822690
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Título

REABILITAÇÃO MOTORA NA PESSOA IDOSA APÓS QUEDA A ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO: RELATO DE CASO

Autores:
  • Sara Balhana

  • Catarina Diogo

  • Joana Mendes Marques

  • Nelson Emídio Henrique Guerra

  • Luís Manuel Mota de Sousa

  • Sandy Silva Pedro Severino

DOI
  • DOI
  • 10.37885/260822690
    Publicado em

    26/08/2026

    Páginas

    103-120

    Capítulo

    7

    Resumo

    Introdução: As quedas constituem um importante problema de saúde pública na população idosa, associando-se a morbilidade, perda de autonomia, institucionalização e mortalidade. As fraturas da anca são uma das suas consequências mais graves, frequentemente tratadas por artroplastia total da anca. A coexistência de sequelas neurológicas, como o neglect espacial unilateral após acidente vascular cerebral, aumenta a complexidade da recuperação e reforça a relevância da intervenção do Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Reabilitação. Objetivo: Descrever a intervenção do Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Reabilitação numa pessoa idosa submetida a artroplastia total da anca esquerda, com antecedentes de acidente vascular cerebral e neglect esquerdo, acompanhada no domicílio por uma Equipa de Cuidados Continuados Integrados, evidenciando os ganhos funcionais obtidos. Métodos: Relato de caso clínico, descritivo e observacional, desenvolvido segundo as orientações CARE da Equator Network. Durante três semanas, foram realizadas três sessões semanais de um programa individualizado de Enfermagem de Reabilitação, incluindo treino respiratório, fortalecimento muscular, mobilidade, transferências, marcha, equilíbrio, escadas, entrada e saída do automóvel, estratégias compensatórias para o neglect e capacitação da pessoa e do cuidador. Resultados: Verificaram-se melhorias no Índice de Barthel, Escala de Equilíbrio de Berg, redução do medo de cair e força muscular, bem como na marcha, transferências e atividades de vida diária. Manteve-se elevado risco de queda. Conclusão: A intervenção especializada de Enfermagem de Reabilitação contribuiu para ganhos na funcionalidade, autonomia e confiança na mobilidade, evidenciando o potencial da reabilitação domiciliária individualizada, da capacitação da pessoa e do cuidador perante a coexistência de sequelas neurológicas e ortopédicas.

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    Palavras-chave

    Enfermagem de Reabilitação; Acidente Vascular Cerebral; Neglect Espacial; Reabilitação Domiciliária

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