PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA HANSENÍASE NOS MUNICÍPIOS ESTADO DO MARANHÃO, 2014 A 2024.

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Título

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA HANSENÍASE NOS MUNICÍPIOS ESTADO DO MARANHÃO, 2014 A 2024.

Autores:
  • Erick Barros Chaves

  • Rachel de Jesus Pimentel Araújo

  • Pedro Carvalho Freire

  • Artur Bernardo Silva Reis

  • Joelma Veras da Silva

  • Pedro Lucas Leite dos Santos

  • Lilah Karen Ribeiro Ferreira

  • Davi de Sousa Pinheiro

  • Denylson da Conceição Maia Santos

  • Flavia Castello Branco Vidal

DOI
  • DOI
  • 10.37885/250519332
    Publicado em

    29/07/2025

    Páginas

    21-33

    Capítulo

    2

    Resumo

    Introdução: A hanseníase permanece um importante problema de saúde pública no Brasil, especialmente no Nordeste. Este estudo analisou a tendência temporal, distribuição por sexo, raça/cor e formas clínicas da doença em São Luís entre 2014 e 2024, visando identificar padrões epidemiológicos e impactos das políticas de controle. Metodologia: Estudo descritivo com dados secundários do SINAN/DATASUS. Foram analisadas variáveis demográficas e clínicas de todos os casos notificados no período. Os dados foram tabulados no Excel e analisados por meio de estatística descritiva, com cálculo de frequências, proporções e variações percentuais. A análise focou na evolução temporal, disparidades sociodemográficas e mudanças no perfil clínico, com atenção especial ao período pandêmico (2020-2022). Resultados: Observou-se redução de 40,7% nos casos (4.538 em 2014 para 2.690 em 2024), com queda acentuada durante a pandemia. Houve predominância no sexo masculino (60%) e na população parda (69,6%). As formas multibacilares (Dimorfa e Virchowiana) representaram 65-70% dos casos, com aumento relativo da Virchowiana pós-2020 (19%). As formas paucibacilares (tuberculoide e indeterminada) diminuíram 63,3% e 44,4%, respectivamente. Conclusão: Apesar da redução geral, persistem desigualdades significativas e alta endemicidade. Os achados reforçam a necessidade de fortalecer a vigilância ativa em populações vulneráveis (homens e pardos), melhorar a detecção precoce e enfrentar os determinantes sociais da doença. Estratégias intersetoriais são essenciais para consolidar os avanços e alcançar a eliminação da hanseníase como problema de saúde pública

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    Palavras-chave

    Hanseníase; Epidemiologia; Desigualdades em Saúde; São Luís

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