CUIDADOS DE ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO À PESSOA COM ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL EM CONTEXTO DOMICILIÁRIO: RELATO DE CASO

Code: 260822693
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Título

CUIDADOS DE ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO À PESSOA COM ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL EM CONTEXTO DOMICILIÁRIO: RELATO DE CASO

Autores:
  • Manuel Tiago Freitas

  • Ana Catarina Ribeiro

  • Joana Mendes Marques

  • Nelson Emídio Henrique Guerra

  • Luís Manuel Mota Sousa

  • Sandy Silva Pedro Severino

DOI
  • DOI
  • 10.37885/260822693
    Publicado em

    26/08/2026

    Páginas

    154-173

    Capítulo

    10

    Resumo

    Introdução: O Acidente Vascular Cerebral constitui uma das principais causas de incapacidade adquirida no adulto, associando-se frequentemente a alterações da força muscular, do equilíbrio, da marcha e do autocuidado, com repercussões na pessoa e no seu cuidador informal. Objetivo: Descrever as intervenções do Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Reabilitação implementadas, no domicílio, junto de uma pessoa sobrevivente de Acidente Vascular Cerebral e do seu cuidador informal, fundamentadas na Teoria das Transições de Meleis. Método: Estudo de caso descritivo, referente a uma pessoa de 65 anos, com Acidente Vascular Cerebral isquémico do território vertebrobasilar, acompanhada em Equipa de Cuidados Continuados Integrados ao longo de quatro semanas. O programa foi estruturado segundo o modelo FITT-VP e a evolução monitorizada com o Índice de Barthel, a Medida de Independência Funcional, a Escala de Equilíbrio de Berg, a Falls Efficacy Scale-International, o Medical Research Council e a Escala de Sobrecarga do Cuidador de Zarit. Resultados: Documentou-se melhoria funcional, com aumento do Índice de Barthel de 30 para 50 pontos, da Medida de Independência Funcional de 72 para 82 pontos e da Escala de Equilíbrio de Berg de 2 para 18 pontos, e redução do medo de cair (FES-I) de 25 para 13. Em contraste, verificou-se agravamento da sobrecarga do cuidador informal, com aumento da Escala de Zarit de 44 para 67 pontos. Conclusão: O programa individualizado de enfermagem de reabilitação associou-se a ganhos funcionais relevantes na pessoa; contudo, a maximização da funcionalidade não foi suficiente para assegurar uma transição familiar saudável, reforçando a necessidade de a intervenção do Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Reabilitação contemplar também o cuidador informal.

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    Palavras-chave

    Acidente Vascular Cerebral; Enfermagem em Reabilitação; Cuidadores; Assistência Domiciliar; Reabilitação

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